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A polpa dentária, que é a parte "viva" do dente, onde ficam os nervos e vasos sanguíneos, é proporcionalmente maior e mais próxima da superfície em pessoas mais jovens.
Essa proximidade a torna mais vulnerável à ação dos produtos clareadores, como o peróxido de hidrogênio ou peróxido de carbamida, aumentando o risco de sensibilidade e desconforto após o tratamento.
Por essas razões, a idade é um fator determinante que impacta diretamente a segurança e os resultados.
Embora seja um procedimento estético considerado menos invasivo, o Conselho Federal de Odontologia (CFO) não recomenda para menores de 18 anos, exceto em casos excepcionais.
As principais diferenças estão na estrutura do esmalte, no tamanho e posição da polpa e na cor natural de cada fase.
Os dentes de leite aparecem na infância e totalizam 20. Eles costumam ter uma coloração mais clara e leitosa, que se deve ao esmalte mais fino, menos mineralizado e mais poroso.
Nessa fase, a polpa dentária é maior em relação ao tamanho total do dente. Essa característica torna-a muito mais vulnerável a estímulos e danos.
Como são temporários e possuem essa estrutura delicada e sensível, o foco principal nessa fase é a higiene bucal de crianças e a prevenção de cárie.
O dente permanente em maturação é aquele que acabou de nascer (infância/adolescência) e ainda está terminando sua formação completa. Nessa fase, a polpa ainda é maior e mais sensível do que em um dente adulto.
O dente permanente maduro é aquele após anos de erupção, com esmalte totalmente mineralizado, fortalecido e resistente. Nele, a polpa dentária é menor e mais protegida por camadas mais densas de dentina e esmalte.
A cor costuma ser mais estável, influenciada principalmente pela genética e pelos hábitos da pessoa.
É nesse estágio, que o clareamento dental é considerado mais seguro e com maior chance de sucesso, desde que seja bem indicado e feito com o acompanhamento contínuo de um dentista.
O clareamento dental antes dos 18 anos pode gerar sensibilidade acentuada, irritação gengival e resultados estéticos insatisfatórios.
Isso ocorre devido a imaturidade das estruturas dentárias e tecidos bucais (gengiva, mucosa e língua), que intensifica os efeitos dos agentes clareadores e aumenta o risco de danos à saúde da boca.
A hipersensibilidade dentária é uma reação comum após o clareamento e pode ser mais acentuada em adolescentes.
A maior vulnerabilidade da polpa nesta fase, somada a fatores como retrações gengivais, restaurações mal-adaptadas, cárie ou áreas desmineralizadas, facilita a irritação e gera dor intensa.
Devido às alterações hormonais, as gengivas e mucosas dos adolescentes tendem a ser mais sensíveis, o que aumenta o risco de irritação e danos.
O uso indevido de agentes clareadores, seja por gel em excesso, moldeiras mal-adaptadas ou extravasamento, pode causar queimaduras, ardor, inflamação aguda (gengivite química) e lesões na gengiva.
A dentição em adolescentes, com dentes em diferentes estágios de maturação e variações na espessura do esmalte, pode gerar um clareamento irregular.
A absorção desigual do gel resulta em tonalidades variadas, criando um efeito "manchado" que é esteticamente insatisfatório.
Manter uma rotina de higiene bucal completa, uma alimentação balanceada e visitas regulares ao dentista é o primeiro passo para ter dentes brancos. Para isso, é necessário:
escovar os dentes de 2 a 3 vezes ao dia com escova de cerdas macias e pasta de dente com flúor adequada para a idade;
usar fio dental diariamente;
limpar a língua (ajuda no hálito e na sensação de limpeza);
reduzir o consumo de bebidas/alimentos que mancham os dentes, como café, chá, refrigerante escuro;
fazer acompanhamento com dentista para limpeza profissional quando indicado e checagem de manchas;
evitar “receitas” caseiras que podem desgastar o esmalte, como limão, bicarbonato em excesso e carvão sem orientação.
Cremes dentais de uso contínuo com proposta clareadora podem ser grandes aliados da rotina e o Colgate Luminous White Instant é um ótimo exemplo.
Sua fórmula, com tecnologia de clareamento instantâneo (efeito temporário), ajuda a remover manchas superficiais sem danificar o esmalte, proporcionando dentes mais brancos após cada escovação.
Experimente e sinta a diferença no seu sorriso!
Não. Caso a criança apresente manchas nos dentes, o mais seguro é procurar ajuda de um dentista para investigar a causa e manter uma boa rotina de higiene bucal, apropriada para a idade.
Não. O clareamento dental caseiro sem supervisão pode aumentar o risco de queimadura gengival, sensibilidade intensa e uso inadequado do gel. Todo clareamento deve seguir as orientações do dentista.
Em geral, a pasta clareadora ajuda a remover manchas superficiais (externas). Ela não costuma mudar de forma relevante a cor interna do dente como um clareamento com gel, com concentrações mais altas de agentes clareadores.
Este artigo tem como objetivo informar e difundir o conhecimento sobre tópicos gerais de saúde bucal. Esse conteúdo não deve substituir a orientação, o diagnóstico nem o tratamento profissional. Sempre procure a orientação do seu dentista ou de outro especialista para quaisquer dúvidas que você possa ter com relação à sua condição médica ou ao seu tratamento.
AVALIAÇÃO DE SAÚDE BUCAL
Faça nossa avaliação de saúde bucal para aproveitar ao máximo sua rotina de cuidados dentais.
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