Diabetes: tudo o que você precisa saber

Jovem indiana segurando doces

O diabetes é uma doença crônica associada a muitos outros problemas de saúde. Existem duas formas dessa doença. A primeira delas é chamada tipo 1, no qual o pâncreas não produz insulina suficiente para controlar o nível de açúcar no sangue (glicemia). Esse tipo de diabetes começa na infância ou adolescência. A segundo forma é chamada tipo 2. Nesse tipo, o organismo não utiliza a insulina produzida pelo pâncreas para manter o açúcar no sangue em um nível aceitável. Muitas pessoas não sabem que têm a doença até que os sintomas se tornem bastante evidentes. Os sintomas incluem sede excessiva e vontade de urinar com frequência. 

Prevalência do diabetes

De acordo com o informativo on-line da Organização Mundial da Saúde (OMS), existem 347 milhões de pessoas no mundo com a doença, sendo que 90% delas apresentam o tipo 2. Se não for tratado adequadamente, a taxa de mortalidade pode ser muito alta. Segundo a OMS, 3,4 milhões de pessoas morreram em 2004 por complicações associadas à doença. Com o tempo, será a sétima causa principal de morte. Infelizmente, essa doença ocorre com muita frequência nos países de baixa e média renda. Oitenta por cento da taxa de mortalidade internacional é atribuída a esses países.

A doença também é grave nos Estados Unidos. A Associação Americana de Diabetes (ADA) afirma que existem muitas pessoas com a doença que não são diagnosticadas. Esse grupo soma cerca de sete milhões de pessoas. O grupo de pessoas diagnosticadas tem cerca de 18,8 milhões de crianças e adultos. Os dois grupos combinados representam 8% da população dos Estados Unidos. Há também 79 milhões de pessoas com níveis de glicose acima do normal que tendem a desenvolver o tipo 2 da doença. Essa tendência é chamada de pré-diabetes. Altos níveis de açúcar no sangue, chamados de hiperglicemia, podem ter efeitos negativos nos órgãos do corpo ao longo do tempo. Esses efeitos incluem doenças cardíacas, derrame, pressão alta, cegueira, doença renal, neuropatia e amputação. A elevação da glicemia por um longo período danifica gravemente os vasos sanguíneos.

Diagnóstico

Existem exames de sangue para uma avaliação precisa e de longo prazo da glicemia. Os exames não são caros e estão prontamente disponíveis nos consultórios médicos. O rastreamento é importante e o exame de glicemia em jejum é o método de rastreamento mais usado.

Tratamento 

O tratamento para o tipo 2 da doença envolve mudanças no estilo de vida. É necessário perder peso para atingir um peso corporal saudável e exercitar-se regularmente. Parar de fumar é muito importante, não só para tratar a doença, mas para a saúde em geral. É necessária uma dieta saudável, com ênfase especial na limitação da ingestão de açúcar e gordura. O tipo 1 da doença geralmente requer injeções de insulina porque o pâncreas não está fornecendo quantidades adequadas de insulina ao paciente.

Saúde bucal 

Segundo a Academia Americana de Periodontia (AAP), o diabetes é um fator de risco para doença periodontal e perda de dentes. A academia também aponta que manter a boca e a gengiva saudáveis ajuda a controlar os altos níveis de açúcar no sangue. É importante que os diabéticos escovem os dentes, usem fio dental e consultem o dentista duas vezes por ano.

Este artigo tem como objetivo informar e difundir o conhecimento sobre tópicos gerais de saúde bucal. Esse conteúdo não deve substituir a orientação, o diagnóstico nem o tratamento profissional. Sempre procure a orientação do seu dentista ou de outro especialista para quaisquer dúvidas que você possa ter com relação à sua condição médica ou ao seu tratamento.

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