Por que usar um protetor bucal?


O protetor bucal é um aparelho de plástico flexível ou material laminado usado nas práticas desportivas para evitar ferimentos na boca ou nos dentes. A Associação Americana de Odontologia (ADA) estima que um terço de todos os traumatismos bucais estão relacionados com práticas desportivas.1 O uso de protetor bucal poderia evitar mais de 200.000 ferimentos bucais a cada ano.

Entre os tipos de traumatismos que podem ocorrer sem o uso do protetor bucal estão a quebra ou rachadura de dentes, fraturas de próteses, ferimentos nos lábios e bochechas, danos à raiz dos dentes, fraturas de arcada e concussões. Todo atleta está exposto ao risco de traumatismo bucal e qualquer traumatismo pode ser evitado com o uso do protetor.

Os protetores são obrigatórios em esportes em que há colisões, como o futebol americano, hóquei e box, e risco de traumatismo. As crianças e adultos que praticam esportes de contato, como o basquetebol, o beisebol, o softbol, o futebol, o voleibol e a luta livre, devem considerar o uso de protetor bucal para evitar lesões na boca.

Um estudo realizado entre atletas do ensino médio revelou que 75% dos traumatismos ocorreram quando o protetor bucal não estava sendo usado e 40% durante jogos de beisebol e basquetebol. Nove por cento de todos os atletas sofreram algum tipo de lesão bucal e outros 3% relataram perda da consciência. Cinquenta e seis por cento de todas as concussões ocorreram quando os protetores bucais não estavam sendo usados. O traumatismo relacionado com esportes é mais frequente do que relatado anteriormente.2

O protetor bucal é essencial para todos os atletas, sejam eles crianças ou adultos. Para obter mais informações sobre o protetor bucal correto para você, consulte seu dentista.

© Copyright 2009 Colgate-Palmolive Company

1 The North Carolina Dental Society Mouth Guard Project. Reviewed information at www.ncdental.org.
2 McNutt T, Shannon SW Jr, Wright, JT, Feinstein, RA. Oral Trauma in Adolescent Athletes: A Study of Mouth Protectors. Pediatr Dent 1989;11:209-13.