Confie no dentista durante as consultas odontológicas de seus filhos

Aceite o conselho do colunista de vários periódicos e autor de vários livros John Rosemond: "Não se preocupe. Deixe que o dentista lide com aqueles medos. É para isso que o dentista foi treinado".

Os pais têm um papel importante a desempenhar no processo, ele acrescenta que é a adoção de uma abordagem superficial das consultas odontológicas.

"Quanto mais prática for a abordagem dos pais em relação à visita ao dentista, provavelmente a criança sentirá menos ansiedade e irá cooperar mais com o dentista", disse o sr. Rosemond. "Os pais devem avisar seus filhos sobre a consulta meia hora antes de saírem de casa e tratá-la como se fosse uma visita a uma doceria. Eles devem informar aos filhos que todas as pessoas com dentes saudáveis vão ao dentista, e nunca demonstrar alguma ansiedade pessoal que possa ter com o tratamento odontológico da criança".

Considerando a atuação dos pais uma função de liderança, o autor de 11 best-sellers sobre criação dos filhos recomenda que pais e mães visualizem as consultas com antecedência.

"Quando as famílias vão ao dentista, é importante que os pais apóiem a maneira como o dentista lida com a criança e confiem que o dentista sabe o que está fazendo", disse ele.

Geralmente, os pais são desestimulados a acompanhar a criança na sala de tratamento. Isso tem dois objetivos: aliviar qualquer ansiedade que o pai ou a mãe possam ter a respeito da consulta da criança e permitir aos pais e ao dentista discutirem as necessidades de saúde bucal e tratamento da criança longe dela.

Para pais que acompanham as crianças durante o tratamento, a Academia Americana de Odontopediatria faz as seguintes sugestões:

  • Permaneça em pé ou sentado em local onde a criança saiba que você está perto, mas não possa ver seu rosto – basta um olhar preocupado para inadvertidamente assustar a criança.
  • Seja um observador silencioso. Deixe que o dentista estabeleça uma relação harmoniosa e faça o condicionamento positivo do seu filho.
  • Se seu filho precisar de conforto físico, você pode segurar na mão da criança ou, se for bebê, mantê-lo sentado em seu colo.

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