Mitos e verdades sobre a esfoliação da pele
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Mitos e verdades sobre a esfoliação da pele

Não há dúvidas de que o uso do esfoliante no corpo e no rosto traz benefícios: o atrito promove a retirada de células mortas, deixa a textura lisinha e a pele mais propensa aos ativos dos tratamentos. Ainda assim, é normal surgirem algumas dúvidas que vão desde a escolha do produto ideal até a frequência de uso dele. Esclareça todas elas aqui.

Quanto mais esfoliar a pele, mais bonita ela fica.
Mito. O excesso de fricção não vai fazer com que manchinhas e linhas de expressão desapareçam. Na verdade, o erro vai sensibilizar a região tratada, podendo levar à desidratação, irritação e maior sensibilidade aos raios solares.

É indicado esfoliar a pele semanalmente.
Verdade. A maioria dos dermatologistas indicam que o cuidado seja feito de uma a duas vezes por semana – mas sempre pergunte ao seu médico o que é melhor, pois a frequência varia de pessoa para pessoa.

A esfoliação só é feita ao usar um produto com grânulos.
Mito. Quando a remoção de células mortas é feita com pequenas partículas, ela é chamada de esfoliação mecânica – o tipo mais famoso. Só que existe um outro: a esfoliação química. Nela, o agente que renova a superfície da pele é algum tipo de ácido (como o lático).

O melhor horário para esfoliar a pele é à noite.
Verdade. No período noturno, as células estão mais propensas a receber os ativos de tratamento (seja ele um anticelulite ou um anti-idade). Se você dá uma ajudinha eliminando a pele morta que está ali atrapalhando, os resultados serão ainda melhores.
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