
Cárie precoce na infância, não relacionada à amamentação
Um estudo recente no Pediatrics, o periódico da Academia Americana de Pediatria, diz que nem a amamentação nem a sua duração estão associadas com o aumento do risco de cárie dentária precoce na infância.
O estudo foi feito por pesquisadores da Faculdade de Medicina e Odontologia da Universidade de Rochester (NY), da Faculdade de Medicina da Universidade de Nova York e da Academia Americana de Pediatria.
Foram avaliados dados de mais de 1,5 mil crianças, com idade entre 2 e 5 anos, que participaram entre 1999 e 2002, do Levantamento de Avaliação Nacional de Saúde e Nutrição, uma avaliação de saúde com estudo transversal conduzido pelos Centros de Controle da Doença e Centro Nacional de Prevenção para Estatísticas de Saúde.
No estudo, crianças mexicano-americanas tiveram os níveis mais altos de cáries precoces na infância (41,9%) e cáries graves (aproximadamente 18%).
Baixa renda familiar e fumo na gravidez também foram citados como fatores de risco para cárie na dentição primária.
Os autores enfatizaram a necessidade de se focar mais nas crianças carentes, crianças mexicano-americanas e aquelas cujas mães fumam ou fumaram durante a gravidez, para avaliação do risco de cáries dentárias e tratamento odontológico preventivo regular.
Para maiores informações sobre o estudo, visite a seção “Science in the News” no site da American Dental Association: www.ada.org/goto/sciencenews (em inglês).
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23/10/07
















